VISUAL

Criamos o item Visual para registrar alguns locais que proporcionam uma vista bonita da cidade, do lago, do pôr-do-sol ou apenas do nosso cerrado.

Alguns desses locais poderiam estar enquadrados nos itens monumentos ou natureza, mas o critério é o seguinte: natureza, além do visual, é um local onde você interage de alguma forma, nadando num rio, tomando um banho de cachoeira, fazendo uma trilha ou qualquer outra atividade; já monumentos são locais como museus, palácios e prédios públicos.

Para referência de distância, a rodoviária, localizada no centro de Brasília, será considerada como ponto inicial.

Muitos dos atrativos são mais bonitos em dias de sol.

* Clique na legenda da foto para mais detalhes de cada atração.

ROTEIROS DE BIKE

Gosto de pedalar nos finais de semana e observo que cada dia um número maior de pessoas está aderindo a esta atividade.

Em Brasília temos basicamente dois grupos característicos de ciclistas. Os que pedalam forte, com uma rotina bem rígida, e são muitos, e os que pedalam por lazer e acabam também tendo uma  atividade física de quebra, que é o meu caso. As sugestões que vou passar são para o segundo grupo.

Para os turistas é possível alugar bikes no Bike Brasília localizado em vários pontos da cidade e para os que têm sua própria bike é só se programar e se divertir.

Os roteiros propostos são variados, passando por vias asfaltadas, ciclovias, ciclofaixas, estradas e trilhas de terra, percursos mais longos, percursos curtos, locais com muito e com pouco movimento, com boa infraestrutura e sem infraestrutura, ou seja, pelo menos um que o satisfaça você vai encontrar.

Nos roteiros, vou descrever os percursos com distância, tipo de terreno, tempo médio para concluir o percurso, pontos de apoio e uma avaliação (nota) que eu dei para o roteiro. Na avaliação, foram considerados aspectos como qualidade da pista, visual do trajeto, segurança e pontos de apoio.

Apenas como referência, para calcular o tempo do percurso, costumo pedalar com velocidades entre 12 e 25 km/h e faço pequenas paradas para beber água e tirar fotos, e uma parada maior (15 minutos) para descansar um pouco e tomar uma água de coco.

Recomendações e Dicas para os passeios:

  • Andar equipado - roupa apropriada, capacete e óculos.
  • Não levar muito dinheiro, apenas o suficiente para um pequeno lanche.
  • Levar água.
  • Levar documento.
  • Levar celular - de preferência um mais barato.
  • Ter atenção com veículos e pedestres.
  • Andar devagar. Brasília tem muitos ciclistas que andam muito rápido. O nosso objetivo principal é lazer.
  • Alugar uma bike se não tiver uma; Brasília tem vários pontos de aluguel.
  • Usar protetor solar.
  • Manter sempre a direita quando estiver pedalando independente se estiver em ciclovia ou pista.
  • Quando existir ciclovia não use o passeio de pedestres - infelizmente isto acontece e muito. 
  • Hidratar-se, especialmente nos meses mais secos (junho a setembro).

Clique no roteiro para visualizar detalhes e fotos.


  • ROTEIRO 1
    Distância: 29 km
    Tempo: 3 horas
    Rota: Ponte JK - Universidade de Brasília - Deck do final da Asa Norte (próximo a ponte do Bragueto)


  • ROTEIRO 2
    Distância: 29 km
    Tempo: 2:10 horas
    Rota: 4 roteiros no Parque da Cidade Dona Sara Kubitschek



  • ROTEIRO 3
    Distância: 29 km
    Tempo: 2:05 horas
    Rota: Eixo Rodoviário (Eixão) Sul-Norte

  • ROTEIRO 4
    Distância: 37 km
    Tempo: 4:20 horas
    Rota: Ponte JK - Vila Planalto - Eixo Monumental - QG do Exército

  • ROTEIRO 5        Distância: 52 km        Tempo: 4:30 horas      Rota: Barragem do Paranoá - Balão do Aeroporto    

  • ROTEIRO 6
    Distância: 24 km
    Tempo: 2:30 horas
    Rota: Jardim Botânico



  • ROTEIRO 7
    Distância: 34 km
    Tempo: 3:20 horas
    Rota: Pontes do Lago Sul

  • ROTEIRO 8
    Distância: 28 km
    Tempo: 3:00 horas
    Rota: Feira do Produtor - Parque om Bosco - Ponte JK

  • ROTEIRO 9
    Distância: 17 km
    Tempo: 2:05 horas
    Rota: Parque Nacional de Brasília



JOÃO PESSOA - 18/08/2015

Nesta viagem para João Pessoa fomos eu e minha esposa e curtimos 4 dias intensamente. Saímos de Brasilia no início da noite de sexta-feira (14/08/2015), em voo da TAM, e voltamos na quarta-feira (19/08/2015) de madrugada. No retorno a Brasília, só deu tempo de pegar o carro no estacionamento do aeroporto e ir direto para o trabalho - antes das oito já estava trabalhando.

Ficamos encantados com João Pessoa, povo muito educado e gentil; bons restaurantes, muitas opções de hotéis, passeios interessantes, bonito artesanato, ótimas praias, uma orla bem cuidada e muito mais.

Contrariando todos os comentários dos amigos e as previsões meteorológicas, nós pegamos quatro dias de sol. Nesta época venta um pouco, mas nada que tenha nos incomodado . Dizem que a melhor época para ir a João Pessoa é de outubro a abril. Para nós, a melhor época para ir para qualquer lugar é quando podemos, quando a situação nos é favorável - ter passagem no dia e hora que podemos, com bom preço,disponibilidade de hotel e questões de trabalho e família permitem. Como o vento estava a favor, lá fomos nós.

DICAS:

  • Compensou mais irmos de carro de casa para o aeroporto de Brasília, e pagar R$ 144,00 de estacionamento, do que ir de táxi.
  • Em outras postagens já comentei sobre planejamento de viagem e repito, é mais barato e cômodo fazer as reservas/compras pela internet - passagem, hotel, locação de carros, ingressos, além é claro, de pesquisar os lugares a conhecer.
  • Sobre GPS - levamos o nosso com vários pontos de interesse programados, mas chegamos a conclusão de que é apenas um backup, pois o Waze nos atendeu com mais eficiência - muitas vezes melhor, sem problemas de perda de sinal e mais rápido para encontrar as localidades.
  • Para quem gosta de bike, João Pessoa é excelente para pedalar, pois tem as ciclofaixas e ciclovias pela orla. Há lojas para alugar bicicletas e no nosso hotel também alugava (R$ 10,00 por duas horas).
  • Atenção se for dirigir e beber, único inconveniente de alugar carro, existe fiscalização - ainda bem.

O QUE FIZEMOS:

Não coloquei os passeios que fizemos em ordem, o ideal é colocar todos os pontos no Google Maps e fazer o planejamento de acordo com o meio de transporte e tempo disponíveis. A única recomendação é que tenha pelo menos um dia inteiro para o litoral sul. Nos demais dias, é possível conciliar praia pela manhã e parte histórica a tarde.

Litoral sul:

  • Saímos do hotel em Tambaú e fomos direto para a Praia de Coqueirinho (35 km em ótima estrada - PB 008). Chegando você pode descer de carro bem próximo a praia ou parar em um estacionamento mais amplo antes da descida. Ainda bem que colocamos o carro no estacionamento logo na chegada, pois há um mirante a uns cem metros dali, com uma bela vista da praia, que não teríamos percebido se tivéssemos decido direto. A Praia de Coqueirinho tem boa infraestrutura, ficamos no Quiosque Marlin e almoçamos um peixe muito gostoso. A praia é extensa, cheia de coqueiros (óbvio) e muito boa para fazer uma longa caminhada.
  • Depois do almoço pegamos o carro e fomos a Praia de Tambaba - 6 km mais ao sul de Coqueirinho, pela mesma rodovia. Antes de chegar tem um belo mirante. A praia é bonita, mas menor e com menos infraestrutura, porém um visual incrível. A Praia de Tambaba é dividida em duas, um pequeno morro separa a parte de naturismo - pra quem gosta de ficar peladão - não é o  meu caso. 
  • Apesar de existirem outras praias mais adiante (também pela rodovia, como a Praia Bela - 15 km mais ao sul, não fomos conhecer, e começamos a retornar seguindo para a Praia de Tabatinga - 8 km voltando. Não chegamos a pisar na areia, paramos em um ponto mais alto para admirar o encontro do rio com o mar.
  • A praia seguinte é Jacumã - 10 km voltando. Praia muito extensa, fomos na parte da pedra furada e caminhamos um pouco em direção a parte mais central (centro da cidade).
  • Ao lado da pedra furada fica a Praia do Amor, que apesar de bonita, não nos  agradou, pois tinha muitos quiosques descuidados, que na realidade eram palafitas na praia, que tiraram qualquer possibilidade de achar o local agradável.
  • Pulamos algumas praias entre Tambaú e Tambaba, as mais próximas - Ponta do Seixas, Cabo Branco e Penha, pois iríamos no dia seguinte. As praias de Gramame, do Sol e Carapibus não deu tempo de passar.
  • Minha recomendação: curtir muito Coqueirinho e passar nas outras para conhecer ou, se tiver mais tempo, dividir o litoral sul em dois ou três dias.


Centro Histórico:

Com relação à parte histórica, faço dois comentários. Primeiro: não é fácil conseguir informações confiáveis de quando abrem as igrejas (algumas, como a de São Bento e São Frei Pedro Gonçalves não abriram nem no sábado e nem na segunda-feira). Segundo: algumas igrejas estão precisando de restauração.


  • Centro Cultural São Francisco: complexo formado pela igreja, Convento de Santo Antônio, a Capela da Ordem Terceira de São Francisco, a Capela de São Benedito, a Casa de Oração dos Terceiros (chamada de Capela Dourada), o Claustro da Ordem Terceira, uma exposição permanente de artesanato, uma fonte e um grande adro com um cruzeiro, constituindo um dos mais notáveis testemunhos do barroco no Brasil. Pode-se fazer uma visita guiada (R$ 5,00), que vale a pena.
  • Ao lado do Centro Cultural São Francisco está a Basílica Nossa Senhora das Neves, situada na Praça Dom Ulrico. A igreja está bem conservada por dentro e por fora mereceria uma pintura nova, de qualquer forma é uma bonita igreja. No sábado estava fechada, retornamos na segunda-feira. Está localizada em uma pequena praça ao lado do prédio da Faculdade de Ciências Médicas.
  • Seguindo a rua em frente à basílica encontra-se a Igreja de São Bento, que por dois dias estava fechada e ninguém sabia informar quando abriria. Esta igreja precisa de um trabalho de limpeza da fachada.
  • No final da rua em frente à Igreja de São Bento encontra-se à Igreja de Nossa Senhora do Carmo, situada na Praça Dom Adauto, em um conjunto formado pela igreja, o Palácio Episcopal e a Capela de Santa Tereza. Neste dia estava tendo uma eleição na capela e a igreja estava fechada, porém permitiram que entrássemos por uma porta lateral onde tivemos acesso a bela igreja, ao jardim do claustro e ao mobiliário da sacristia. Um conjunto que vale a pena ser visitado.
  • Próximo também a Igreja de São Bento está a Igreja da Misericórdia. Parece ser menor que as outras, mas no sábado estava fechada e na segunda-feira vimos que estava aberta, mas não foi deu tempo de visitar.
  • Próximo a basílica, a esquerda, seguindo a rua que passa pelo prédio da faculdade, você chega a Casa da Pólvora, Monumento simples, onde se destacam as paredes e o teto internos do prédio, a vista - principalmente quando o sol está se pondo, e o gramado a sua volta.
  • Igreja de São Frei Pedro Gonçalves, localizada próxima a Praça Anthenor Navarro, mais uma igreja fechada e sem informações de quando abriria. Aos fundos da igreja existe um prédio em ruínas, que se restaurado, traria um grande atrativo para o conjunto. É possível ir a pé da região da basílica e Centro Cultural São Francisco até a região da Praça Anthenor Navarro - 10 minutos descendo a ladeira (nós preferimos ir de carro pela falta de tempo).
  • O maior interesse na região da Praça Navarro era ver o pôr-do-sol do terraço do antigo Hotel Globo. Decepção, o prédio estava interditado - pesquisei depois e verifiquei que a justiça determinou que a prefeitura iniciasse uma obra de restauração prevista para levar 1 ano. Infelizmente, manter os monumentos não parece prioridade. Em frente ao hotel tem um simpático bar - que tem uma praticamente a mesma vista para o pôr-do-sol.
  • E a Praça Navarro? Esperava um pouco mais, ou seja, o conjunto praça, hotel e igreja não nos entusiasmaram, mas tenho certeza de que em outra oportunidade estaremos relatando de outra forma.




Outros Passeios:
  • Praça João Pessoa - conhecida com Praça dos Três Poderes de João Pessoa. Vale a pena conhecer esta praça com o monumento póstumo ao Presidente João Pessoa, o Palácio da Redenção - Palácio do Governo, antiga Faculdade de Direito, Tribunal de Justiça e Assembléia Legislativa.
  • Praça Venâncio Neiva, ao lado da Praça João Pessoa, outra praça interessante para conhecer. Foi construída antigamente como um local para patinação e depois transformada em um local com uma edificação para o chá das cinco. Atualmente é um local de encontro de intelectuais e casais. 
  • Parque Lagoa Sólon de Lucena, um dos principais cartões postais de João Pessoa, localizado na região central, com uma lagoa cercada de palmeiras imperiais. O local passa por uma reforma.
  • Praça da Independência, próxima à lagoa, com um amplo jardim. A partir da praça tem início uma das principais avenidas de João Pessoa, a Epitácio Pessoa, que termina na Praia de Tambaú, no Busto de Tamandaré. Nesta praça estão plantadas espécies raras de árvores, como pau-brasil. A praça está sendo restaurada - calçamento e reforma do coreto. Existe também um obelisco no centro da praça e um colégio, ao lado, Colégio Marista Pio X. Sou fã de praças e esta foi mais uma que gostei.
  • Pôr-do-Sol no Jacaré - passeio tradicional e obrigatório. É bom chegar pelo menos 1 hora antes do entardecer para conhecer a feirinha de artesanato e escolher um local legal para contemplar o pôr-do-sol,com Jurady do Sax tocando Bolero de Ravel, navegando vagarosamente no rio com uma pequena canoa. Você é abordado por várias pessoas querendo vender um passeio no barco para poder ficar mais perto do Jurady- achamos que não é necessário.
  • A Feira de Artesanato de Tambaú não é muito grande. Nós preferimos conciliar a visita a feira com uma caminhada no calcadão da orla. Vale a pena prestigiar o artesanato local.
  • Forte de Santa Catarina - localizado na cidade de Cabedelo a 20 Km da Praia de Tambaú. Minha sugestão que esta visita seja conciliada com outros passeios como a Praia de Camboinha, a travessia de balsa para Lucena com visita a Igreja de Nossa Senhora da Guia - queria muito ter visitado, mas a balsa ia levar 1 hora para sair e desistimos. Próximo do forte há uma pequena praça com uma placa indicando o km 0 da Rodovia Transamazônica.
  • Santuário da Penha. Pequena capela com uma igreja maior a sua frente. De lá se tem uma vista da Praia da Penha muito bonita.
  • Farol de Cabo Branco. Ao lado do farol existe um marco indicando que naquela região está o ponto mais oriental das Américas.
  • Estação Cabo Branco - Ciência, Cultura e Arte, localizada no Bairro Altiplano, projetada por Oscar Niemeyer. Possui um amplo gramado com esculturas no jardim e um belo conjunto arquitetônico, porém, as exposições estavam em um prédio anexo, pois o principal estava em obras - a visita externa estava liberada. Amplo e gratuito estacionamento. A visitação também é de graça. Vale a pena conhecer.
  • Acho interessante programar a visita ao Santuário da Penha, Farol, Estação Cabo Branco e ainda incluir a Praia da Penha - com suas piscinas naturais e a Ponta do Seixas, tudo no mesmo dia, pois uma atração está ao lado da outra.
  • No balão próximo ao acesso do Santuário da Penha e Ponta do Seixas, inicia a rodovia PB008, que dá acesso as praias do litoral sul.
  • Centro de Convenções. Não entramos, tiramos apenas fotos da rodovia.Ele fica localizado pouco depois do ponto a que me referi no item anterior. É um prédio recém inaugurado, muito legal.
  • Caminhar na orla de Tambaú e Cabo Branco. Calcadão amplo, com bastante movimento, cheio de bares. A calçada está sendo construída com novo projeto arquitetônico e parece que vai ficar bonita. Para quem gosta de andar de bike, melhor ainda, pois a ciclovia garante segurança, pena que não deu tempo para nós.


Mais Praias:

  • Cabo Branco. Praia extensa e bela, junto a de Tambaú, porém, própria para banho (conforme indicava as placas). Entre a praia e o calçadão há diversos quiosques bem estruturados. Alugamos cadeira e guarda sol por R$ 10,00.
  • Camboinha. Praia do litoral norte, bonita e extensa. Tiramos apenas algumas fotos e fomos para Cabedelo visitar o Forte de Santa Catarina. Esta  praia merece um tempo maior para explorar. De lá saem também barcos para o passeio até Areia vermelha. Pode ser interessante conciliar Camboinha, Areia Vermelha, Forte de Santa Catarina e fechar com o maravilhoso pôr-do-sol na Praia do Jacaré, não esquecer, talvez, de incluir a Igreja de Nossa Senhora da Guia, a qual não conseguimos visitar.
  • Penha. Mais uma praia linda com opção de fazer um passeio de barco às piscinas naturais. Nas pesquisas que fiz pela internet observei que as piscinas naturais de Picãozinho, saindo de Tambaú, são mais badaladas, mas acho que as da Penha não devem ficar atrás. Na próxima, vou fazer este passeio. Desta vez apenas tiramos fotos da praia.
  • Ponta do Seixas. Um local interessante de onde tiramos apenas algumas fotos, não é uma praia que gostaria de ficar, apesar de ser bonita também.
  • Tambaú. Local mais badalado, com lojas, restaurantes, bares e o conhecido e diferente Hotel Tambaú. A praia, como todas as outras de João Pessoa, é bonita, mas tinha a placa que indicava ser imprópria para banho.
  • Picãozinho - Areia Vermelha - Penha. São passeios de barco  para piscinas naturais. É importante verificar se a maré está favorável para o passeio. Quanto mais baixa a maré, mais bonito é. Fizemos o passeio a Picãozinho com a maré em 0,3. No dia seguinte, já não seria mais interessante ir. Nas pesquisas pela internet o passeio custava entre R$ 35,00 e R$ 50,00. Paguei R$ 25,00 na embarcação Bicho Preguiça. Recomendo o passeio, além de curtir as piscinas, tiramos belas fotos.

LOCAÇÃO DE CARRO:

Nós alugamos um carro na Movida. Foi a Locadora que estava com o melhor preço para o carro que queríamos. Acho essencial o carro em João Pessoa, para proposta que tínhamos - conhecer o máximo possível em 4 dias. Rodamos bastante nas rodovias que circulam João Pessoa, portanto achei interessante ter alugado um carro com ar condicionado e motor 1.5. Fiz todos os seguros, peguei o carro com tanque cheio e devolvi com tanque cheio, além de pagar R$ 20,00 para ter motorista adicional (minha esposa). Gostamos da locadora.


HOTEL:

Ficamos hospedados no Village Premium em Tambaú, localizado a 4 quarteirões da praia, na Avenida Epitácio Pessoa. Excelente custo benefício. Pesquisei no TripAdivisor, que tem comentários muito úteis para auxiliar na decisão e fiz a reserva pelo Booking. O atendimento do hotel é excelente - recepção, manobrista, camareira e central de reservas. O café da manhã é bem variado, com comidas típicas incluídas; quarto amplo e com ótimas instalações; estacionamento; restaurante (funciona de quarta a domingo);serviço de quarto com pratos rápidos (apenas neste quesito achei que podia ser melhor); piscina agradável; uma pequena academia; aluguel de bike; espaço para crianças (não era o nosso caso) e tudo isto com um preço (reservado pela internet) muito bom. Voltarei com certeza.

RESTAURANTES:

  • Guliver Mar: localizado no final da praia de Cabo Branco. Estacionamento próprio, excelente atendimento, visual da orla de Cabo Branco e Tambaú maravilhoso, decoração de bom gosto e, principalmente, divina comida, Só tem um problema, o preço alto, porém compatível com tudo que tem lá.
  • Mangai: Localizado a um quarteirão da Praia de Manaíra. Restaurante nordestino tradicional, com bastante variedade. Conhecemos a filial de Brasília. Boa comida, serviço de buffet a quilo por um preço razoável, com estacionamento pequeno (mas havia vaga na rua ao lado que sai para praia) e sucos muito bons.
  • Quiosque Marlin: localizado na Praia de Coqueirinho. Bar de bera de praia organizado e com muitas opções no cardápio, além de redes, espreguiçadeiras e almofadas. Comemos um peixe frito com mandioca, arroz e pirão, muito bom e servia bem 3 pessoas, por R$ 60,00.
  • Eu tinha feito uma lista com várias opções de restaurantes em João Pessoa, extraída dos melhores comentários do TripAdvisor, mas não deu tempo de ir a todos eles.

O que não gostei em João Pessoa

Na realidade,foram poucas as coisas de que não gostei. Acho importante registrar aqui porque muitas pessoas podem compartilhar da mesma opinião e, assim, quem sabe, chegar a uma autoridade disposta a mudar alguma coisa.

  • Na orla próxima a Tambaú há placas indicando que o mar está impróprio para banho. Não posso me conformar com isto, é um absurdo o mar estar poluído.
  • Os patrimônios tombados demoram muito para passar por manutenção, algumas igrejas estão precisando urgente de restauração.
  • Os pontos turísticos deveriam ficar abertos de domingo a domingo, pelo menos das 9 às 17 horas. Especialmente, no caso de João Pessoa, as igrejas, que contam muito da história local. Ainda que cobrem ingresso para o turista - lógico que os fiéis da cidade que frequentam a igreja todos os dias não precisariam pagar. Gostaria de ter entrado em todas, mas não foi possível porque a maioria estava fechada. 

CIRCUITO DAS ÁGUAS - 11/07/2015

Saímos de Brasília dia 11 de julho de 2015 com destino ao Sul de Minas para revisitar o Circuito das Águas.

Desta vez estávamos eu, minha esposa e minha filha; em Pouso Alegre, nos juntamos aos meus pais para iniciarmos o roteiro.


Antes de descrever cada cidade vou falar da viagem até nossa base em Pouso Alegre - MG.

Rodamos 1020 km. As estradas estavam excelentes, mas tudo tem um preço, pagamos 14 pedágios, totalizando R$ 85,00. Valeu a pena? Na minha opinião, com certeza. Já os últimos 90 Km da viagem (Jacutinga, Ouro Fino e Borda da Mata) não tinham pedágio, o que só não gerou estresse maior porque estávamos de férias. Como diz o âncora da Band: "uma vergonha!". Perigo total: estrada estreita, sinalização deficiente, sem pontos de ultrapassagem, tráfego intenso de caminhões, ou seja, alto risco de acidente. Graças a Deus chegamos bem, mas levamos quase duas horas para percorrer menos de 100 km.


Mapa Brasília / Pouso Alegre - MG


O nosso percurso foi Brasília, Cristalina, Catalão, Uberlândia, Uberaba; Via Anhanguera até Araras (saída da Anhanguera), Mogi Mirim, Itapira, Jacutinga, Ouro Fino e Pouso Alegre.


Saindo de Pouso Alegre fomos para Três Corações, São Thomé das Letras, Cambuquira, Conceição do Rio Verde, Caxambu, Lambari e retornamos à Pouso Alegre.


Mapa da Viagem


Descansamos um dia em Pouso Alegre e retornamos à Brasília. Rodamos no total 2.600 Km em 10 dias. Foi muito bom.


Três Corações:


Cidade com menos de 80.000 habitantes, terra do Rei Pelé, onde morei por 4 anos - até1977.

A distância de Pouso Alegre até Três Corações é de 110 Km pela Rodovia Fernão Dias. Rodovia em ótimo estado e pedágio muito barato (R$ 1,60).
Nossa intenção é apenas rever a cidade, desde que saí de lá em 77, não voltei mais. 
O que visitamos:


  • Clube de campo Umuarama - local muito bonito e sossegado e com uma infraestrutura completa. Frequentei muito entre meus 9 e 13 anos;
  • Praça do Pelé - pequena praça com a estátua do Rei;
  • Praça Central - uma bonita praça com seu coreto e o belo prédio do Grupo Estadual Bueno Brandão, onde estudei por 2 anos;
  • Casa Pelé - é uma casa que foi restaurada e envelhecida para retratar a história das origens do Rei do Futebol; uma pena que fecha às segundas, justo quando estivemos lá;
  • Almoçamos na Cantina Calabreza - ótima comida mineira e massas caseiras, bom atendimento e preço excelente;
  • Igreja Matriz da Sagrada Família - construída em 1927, em estilo neogótigo. É uma bela igreja e estava sendo restaurada por dentro. Quando estávamos visitando estava saindo uma romaria para Aparecida do Norte.
  • Por fim, passamos pelas duas casas onde morei, quando pude relembrar alguns momentos da infância. 
Incluímos Três Corações no roteiro não só para recordar a minha infância, mas também porque era passagem para São Thomé das Letras. Três Corações não é uma cidade com muitos atrativos, mas mesmo assim valeu a pena.


                                            



 São Thomé das Letras:


Localizada a 42 Km de Três Corações por boa estrada asfaltada. Nosso roteiro previa apenas 1 dia em São Thomé, sendo assim, o objetivo era sentir o clima do local para um futuro retorno. As impressões foram as melhores possíveis.


Assim que pudermos voltaremos para explorar as diversas cachoeiras e grutas da região, porém com o meu 4x4, desta vez, estávamos de Corolla.


Dentre várias opções de pousada, escolhemos a "Pousada do Sossego", localizada 3 Km antes de chegar a São Thomé. O proprietário, Tomé, extremamente educado e atencioso nos fez sentir muito à vontade. A Pousada tem 7 chalés simples (com tv, ventilador e lareira), porém, confortáveis e limpos. Há uma cozinha de apoio para os hóspedes com fogão, microondas, geladeira e pia. Tudo em meio a muito verde e num clima de muita paz. Diárias a um preço justo, R$ 150,00 o casal e um adicional de R$ 75,00 por uma cama extra. O café da manhã é um capítulo à parte, servido na varanda do chalé, pontualmente na hora combinada, com muito capricho - pão de sal e de queijo quentinhos, queijo minas maravilhoso, suco, fruta, biscoitinhos, geleia caseira, café, leite, presunto e bolo de mandioca. Tudo uma delícia! O Tomé, proprietário, brinca que só abre a porteira para o hóspede sair se conseguir comer tudo do café da manhã. Não conseguimos, mas ele abriu a porteira. A pousada não oferece atrativos e lazer, nem precisa, pois os atrativos estão na generosa natureza que abraça a cidade.


Chegamos por volta de 15 horas, deixamos nossas malas na pousada e fomos para cidade. Andamos a pé pelas ruas de pedra apreciando as construções, a praça, a igreja, a Câmara de Municipal, as lojinhas, o coreto e a gruta ao lado da igreja. Próximo das 17 horas subimos a um dos pontos mais altos, a pirâmide, para ver o pôr do sol. 


Em São Thomé tem várias opções de restaurantes e nós escolhemos o Alquimista. São 3 restaurantes Alquimista - um especializado em comida mineira, outro em comida paulista e o último em pizzas. Neste dia escolhemos a pizza. Uma boa opção a preço justo.


No dia seguinte, levantamos com um bonito dia e com um delicioso café na varanda do chalé. Saímos em seguida para o Vale das Borboletas, próximo da pousada - entre 3 e 5 Km (não marquei a distância). Local com boa infraestrutura - bar e banheiro. Fizemos uma pequena trilha para chegar à cachoeira. O local é  muito bonito, no vídeo abaixo tem várias fotos.


Por volta de meio-dia, fizemos o check out e fomos almoçar na cidade, no restaurante Alquimista de comida mineira. Comida muito boa e pratos muito bem servidos para 3 pessoas.




Conceição do Rio Verde:

O nosso próximo destino - Conceição do Rio Verde, fica localizado entre Cambuquira - 30 Km e Caxambu - 30 Km.

É uma cidade pequena, com 15.000 habitantes, aproximadamente, bastante preservada, limpa, com casas bonitas, ruas largas, diferente da grande parte das cidades de Minas Gerais que permitiram a construção de prédios no centro das cidades, mal cuidadas, e que acham que para a cidade progredir tem que asfaltar as belas ruas de paralelepípedo - Parabéns ao povo de Conceição!


A intenção de passar em Conceição foi rever mais uma cidade onde morei nos anos 70 e 71. Fiz o primeiro, e parte do segundo ano do ensino fundamental, na Escola Estadual Coronel Gabriel Carneiro.


Nossa visita durou pouco tempo, em torno de duas horas, suficiente para visitarmos a Escola Estadual Dom Othon Motta por fora e por dentro, guiados por uma simpática funcionaria; a escola Coronel Gabriel; a Basílica de Nossa Senhora da Conceição; uma fábrica de tecidos e roupas e a pracinha.


Valeu ter incluído Conceição no roteiro.






 Caxambu:


Como as demais cidades do Circuito das Águas, Caxambu também é uma cidade pequena, com uma população em torno de 25.000 habitantes. Possui o maior complexo hidromineral do mundo com 12 fontes.

Antes de chegarmos ao trevo de Caxambu, paramos na Venda do Chico - delicioso e autêntico café mineiro com doces, queijos, café e salgados muito bons em um ambiente bastante acolhedor.


Chegamos na cidade já no final da tarde e fomos direto para a Pousada Circuito das Águas, localizada na entrada da cidade. Confesso que o local não é dos mais bonitos pelo lado de fora, pois é numa rua comercial. Porém, ao entrar na pousada, você terá uma ótima impressão, pois é tudo impecável. Começando pela recepção da proprietária, Patrícia, muito atenciosa e prestativa. Os quartos são muito bons, tudo novo, com um café da manhã delicioso. A diária é justa, R$ 170,00 o casal. Escolhemos nos hospedar numa pousada e não em um dos tradicionais e antigos hoteis da cidade porque, além do preço mais alto, a maioria oferece pensão completa. E preferimos estar livres para variar e conhecer outros restaurantes. Como a nossa intenção era passear, fizemos a escolha certa.


Saímos de noite para fazer o reconhecimento da cidade. Demos uma volta pela praça Dezesseis de Setembro e pelo calçadão. Escolhemos o restaurante Panela Mineira para jantar.  Restaurante grande com muitas opções, bonito, bom serviço, preço e comida razoáveis.


No dia seguinte a programação foi o belo Parque das Águas. Um parque muito bonito, grande, com muito verde, belas fontes, um grande lago e uma fantástica Termas, onde é possível desfrutar dos efeitos terapêuticos das águas e massagens diversas, fazer sauna e relaxar, a um preço honesto. Não deixe de usar a piscina de hidromassagem, muito relaxante (segundo consta, a maior da América Latina). R$ 35,00 por 45 minutos.


O ingresso do parque é de R$ 5,00. Há também opções de pacotes. Pagando um pouco mais, pode entrar e sair algumas vezes no mesmo dia; ou comprar ingressos para uma semana ou um mês, por exemplo. Boas opções para quem vai fazer tratamento de saúde e passar muitos dias por lá.


No parque você pode fazer uma bela caminhada, tomar muita água gasosa direto nas fontes, relaxar nas Termas com os banhos e massagens e ler um bom livro em um dos diversos pontos de pura tranquilidade. Não imaginei que fosse me identificar tanto com este parque, mesmo não sendo a primeira vez que o visito, mas foi diferente.


Almoçamos no restaurante Bom Sabor no centro. Comida saudável com bom preço em um local agradável.


Depois do almoço fomos conhecer a Igreja Matriz Nossa Senhora dos Remédios e a Igreja de Santa Izabel da Hungria com sua longa escadaria (não subimos, chegamos de carro por cima). Achei interessante que, de ambas as igrejas, tem-se uma bela vista uma da outra. 


Depois fomos ao Morro Caxambu de onde se pode avistar toda a cidade. Lá está o Cristo e o teleférico, uma pena estar fechado para manutenção, embora pareça estar é abandonado mesmo.


Esta questão do teleférico e de outras coisas que observo em minhas viagens, percebo que estão acontecendo em muitas cidades.  Simplesmente algumas atrações turísticas são abandonadas. Acho que falta vontade dos administradores e do povo em manter suas cidades atrativas aos turistas ou, no mínimo, bonitas para os próprios habitantes. Não que eu não tenha gostado de Caxambu, mas a cidade tem potencial para ser melhor ainda.


No final do dia fomos jantar e escolhemos o Hotel Palace. Boa pedida, comida saborosa e farta sobremesa. Para quem gosta de doces, há 5 geladeiras repletas de diferentes tipos, inclusive diets, já incluídos no valor do jantar, que é de R$ 38,00 por pessoa. O hotel tem arquitetura e mobiliário antigos e bem preservados.


No dia seguinte, fizemos um passeio de charrete, só para constar, mas acho que não vale muito a pena. Pesquise bem o preço pois encontramos valores de R$ 30,00 a R$ 80,00 por uma volta de 1 hora mais ou menos. 


Fizemos também umas pequenas compras nas lojinhas de artesanato. Quanto a este assunto, mudei radicalmente minha opinião nos últimos anos. Eu sempre achei que em viagens a passeio não deveríamos gastar dinheiro comprando artesanatos e outras coisas supérfluas. Hoje, acho que precisamos comprar e consumir artigos e produtos locais, pois isto ajuda a economia, os artesãos, as associações e, de algum modo, ajuda um pouco os lugares a melhorarem.


Caxambu e demais cidades do Circuito das Águas têm potencial para oferecerem uma boa estadia aos turistas, mas de uma forma geral, muita coisa precisa ser melhorada. No mínimo, os administradores destas cidades turísticas deveriam viajar e trazer bons exemplos para suas cidades.


Valeu Caxambu, quero voltar!





Lambari:


Nosso último destino nesta viagem, Lambari, está a 58 Km de Caxambu e 80 Km de Pouso Alegre (nossa base). A população da cidade é de aproximadamente 21.000 habitantes.


Chegamos a Lambari com muita expectativa e adivinhem, superou. Uma das coisas que gostei na cidade foi as opções de passeios ecológicos, uma pena que só foi possível fazer um, pois tínhamos apenas 1 dia.


Vamos começar pela Pousada do Duque: excelente, com certeza a melhor da viagem. Local agradável, decoração de bom gosto, muitas plantas, piscina, café da manhã delicioso e servido em uma sala maravilhosa - nota 10. O prédio é uma construção antiga, restaurada,  me lembrou Tiradentes e Ouro Preto. Localizada muito próxima do Parque das Águas. Mesmo com todos estes atributos o valor da diária ainda foi muito bom, R$ 180,00 e, no nosso caso, utilizamos mais um quarto conjugado pagando mais R$ 90,00.




Depois de acomodados na Pousada fomos almoçar no restaurante Santa Pança, ao lado do Parque das  Águas. Um bom restaurante - excelente atendimento, local agradável, boa comida e preço justo, com opções à la cart e buffet (quilo).


Precisávamos queimar o que comemos e fomos caminhar no pequeno Parque das Águas. São apenas 6 fontes, sendo que duas estão sem água devido à seca (a água está mesmo acabando no mundo). As 4 restantes estão abrigadas em um único espaço. Mais uma vez me surpreendi - achei a água gasosa de Lambari a melhor de todas. Minha análise se restringe apenas ao sabor e não as propriedades medicinais de cada água. Em torno de 1 hora bebemos água, descansamos, passeamos e batemos muitas fotos. O preço do ingresso foi R$ 5,00. Não é um parque como o de Caxambu para se passar o dia todo, mas valeu conhecer.


Pegamos o carro e fomos dar uma volta ao redor do Lago Guanabara. O perímetro do lago é de 5 Km e tem uma calçada de pedras portuguesas - talvez uma caminhada seja legal. Na volta que demos passamos por um pequeno balão que tem uma grande garrafa de água Lambari e também passamos pelo famoso Cassino, que está sendo restaurado.


Seguimos para o Parque Wenceslau Braz. Uma opção boa para caminhar ou alugar uma bike. O parque tem alamedas largas e arborizadas. Quase no final do parque existe uma grande piscina pública, uma pequena cascata (me pareceu construída) e algumas duchas. Seguindo um pouco mais existe a Praça do Farol. Apesar do parque ser muito bom, achei que faltava manutenção da Praça do Farol - poderia dizer que está abandonada e infelizmente o mau cheiro da água que vem do lago e de um pequeno rio canalizado são horríveis. Uma incoerência total, uma cidade que vive de água ter suas águas poluídas. Uma pena, foi a única coisa que não gostei - o que estão fazendo com nossas águas?


Como saco vazio não para em pé, fomos fazer uma boquinha, aliás duas. Passamos pela pequena loja de doces Goneli, em frente ao Parque das Águas - uma portinha muito pequena e muito simples, mas gostei do doce de leite e do pé-de-moleque - especialidades da casa há muitos e muitos anos. Segunda parada, o Café da Estação, Livraria e Espaço Cultural Vagão 98. Livraria de muito bom gosto com a decoração de uma estação e com muitos títulos; e no andar superior é o café (entrada separada). O prédio é bacana e tudo nos surpreendeu mais uma vez.


Para não perder o costume, fomos agradecer, mais uma vez, toda a nossa viagem na bela igreja Matriz Nossa Senhora da Saúde, que fica em uma simpática pracinha, próxima também do Parque das Águas (afinal, a cidade é pequena). Achei interessante que nesta igreja a pia batismal é separada do interior da igreja - ela é interligada, mas em uma construção separada - guardando as devidas proporções me lembrou os batistérios da Itália.


A noite já estava chegando e voltamos à pousada para descansar alguns minutos, tomar um banho e fomos jantar na Cantina Calabresa - um ótimo buffet de massas caseiras, R$ 28,00 por pessoa, e vinhos com bom preço - tomamos um vinho da Africa do Sul por menos de R$ 50,00. Voltamos para a pousada para um descanso merecido.




Nosso último dia começou com um café da manhã fantástico. Barriga cheia, pé na estrada. Fomos ao Parque Estadual Nova Baden, localizado a 5 Km de Lambari, na estrada para Caxambu, com apenas 1 Km de terra. É cobrada uma taxa de R$ 5,00 por pessoa e R$ 2,00 para o carro, maiores de 65 anos não pagam.

O que posso dizer deste fantástico parque? Pra mim, é o que mais adoro, contato com a natureza e organização, sem falar da paixão demonstrada pelos funcionários do parque por tudo que existe lá. O parque é super preservado, possui 3 trilhas bem sinalizadas, fizemos duas: a de Sete Quedas e a do Palmito. O grau de dificuldade é baixo, mas levamos meus pais, que tiveram  pequena dificuldade. A superação por terem conseguido valeu muito pra eles e pra nós. Depois da trilha visitamos o majestoso casarão. Estavam montando uma exposição com painéis, que tudo indica que vai ficar muito legal, bem interativo. O parque tem banheiros limpos, porém não tem onde comprar água ou algo para comer - planejando não faz a menor falta. Não vou descrever a história do parque e do proprietário das terras Werneck, pois na Web tem tudo.




Para  fechar, almoçamos uma deliciosa picanha no restaurante Santa Pança, novamente, e voltamos a Pouso Alegre.




Comentários Finais



  • Para viagens curtas, planeje bem - reserve as pousadas, escolha algumas opções de passeio e de restaurantes.
  • Para planejar, gosto de usar o site da Tripadvisor, Google mapas, sites e blogs dos locais selecionados e o bom e velho Excel para registar tudo.
  • Nossa base nas férias de julho de 2014 e 2015 foi Pouso Alegre-MG, mas não fiz nenhum registro da cidade, na próxima, farei.
  • O grande problema destas  viagens curtas e para vários lugares é a quantidade de bagagem. Infelizmente o tempo nos pegou de novo - segundo ano seguido sem frio no Sul de Minas. O que fazer com todos os agasalhos?
  • Tenha sempre um GPS e o Waze, ajudam muito;
  • Do Circuito das Águas faltaram São Lourenço e Poços de Caldas, onde fomos em outras ocasiões. 


PROJETO BRASÍLIA É 10

Como disse em postagem anterior, começamos em 2014 a registrar nossas viagens e passeios em nosso blog.

Um dia pensamos: por que não registrar a cidade onde vivemos? Moramos em Brasília há mais de 35 anos, tivemos nossos filhos aqui e sempre falamos bem dessa terra. Acho que posso me considerar um pouco brasiliense, apesar de ser natural de Minas.

Procuramos nos desligar um pouco da podridão que infelizmente está presente em nossa terra, o que a mídia adora sempre mostrar ao mundo, e registrar o que a cidade tem de melhor, lugares bonitos e coisas boas para se fazer na capital.

Nós observamos que muita gente que mora aqui não conhece bem a cidade. Confesso que alguns lugares eu também não conheço ainda, então, vai ser uma excelente oportunidade conhecer para mostrá-los aos leitores.

Queremos oferecer algumas opções aos turistas que poderão conhecer a cidade na visão de um quase nativo.

Assim, idealizamos um projeto chamado - Brasília é 10, composto por 10 itens: Monumentos, Roteiros de Bike, Igrejas e Templos, Restaurantes, Bares e Lanchonetes, Prédios Públicos, Visual, Cultura e Lazer, Parques e Compras.

Para cada um destes itens, selecionamos 10 opções, ou seja, teremos 100  atrações no total.

Para selecionar cada uma destas 100 atrações, revisitaremos as já conhecidas (a grande maioria), e visitaremos as demais que não conhecemos ainda.

Todas as fotos postadas serão tiradas por nossa família.

Inicialmente a ideia era coletar todas as informações destes 100 pontos e publicar apenas no final, mas mudamos os planos e publicaremos à medida que formos visitando os lugares, desta forma, os submenus de Brasília é 10 podem estar incompletos - com menos de 10 itens.

Nesse meio tempo, se alguém quiser enviar sugestões para o e-mail brasilianatrilha@gmail.com serão bem recebidas.

Abriremos um espaço aqui para o depoimento de cada membro da família. 

Minha esposa: meu marido está cada dia mais empolgado com o blog e achei brilhante a ideia do projeto Brasília é 10. Em geral, falamos muito das "outras" cidades visitadas, do turismo longe de nossa casa. Mas o lugar onde moramos é que é de fato "a nossa praia". Portanto, vamos curtir Brasília, a capital de todos os brasileiros, juntos. Numa viagem nota 10! Preparados?

Meu filho: Brasilia não só é uma cidade nota 10, é onde nasci e resolvi viver e crescer junto dessa cidade maravilhosa. Morar aqui por 22 anos ainda não foi suficiente para conhecer tudo que esse lugar tem para oferecer e o projeto desse blog "Brasília é 10" com certeza irá me ajudar a conhecer um pouquinho mais daqui e a passar para vocês essa experiência sensacional. Partiu?

Minha filha: Deixando de lado um pouco a política de que tanto falam em Brasília, o projeto Brasília é 10 me parece ser a ideia perfeita para mostrarmos os lugares mais belos dessa cidade que eu amo tanto! Ao contrário do que muitos pensam, existem passeios incríveis por aqui! Espero que gostem muito de nossas dicas!

FAZENDA TABOQUINHA - BRASÍLIA - DF - 27/06/2015

Desta vez o passeio foi mais perto de casa. Fomos para Fazenda Taboquinha, em Brasília. A fazenda está localizada próxima a região do Jardim Botânico (15 Km). Saímos sábado pela manhã  (27/06/2015).

A proposta deste passeio foi curtir o visual do cerrado e fazer uma trilha de carro (4x4 moderada).

Estávamos eu e minha esposa em um TR4, e nossos amigos em três outros TR4 e um troller.

O local é muito bom e tem trilhas de todo tipo e para todos. Trilhas para carro, bike, moto e a pé e com diversos graus de dificuldade.

Escolhemos uma moderada mas nem por isso não  tivemos muita emoção e sustos. 

Para entrar na fazenda você paga R$ 15,00 por pessoa. Na sede tem restaurante, banheiro e piscina.

Sugestões e cuidados na trilha:

  • Use sempre o cinto de segurança (motorista e caronas);
  • Mantenha o farol ligado;
  • Tenha uma cinta de reboque com manilhas;
  • Se possível leve uma pá;
  • Inspecione sempre o terreno;
  • Leve celular com bateria carregada;
  • Faça a trilha na companhia de mais de um carro;
  • Leve água, lanche, protetor solar e repelente;
  • Respeite a natureza;
  • Atenção com outros aventureiros de bike, carro, moto e a pé;




Vídeo 1 - 




Vídeo 2 -