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MUSEU DE VALORES E GALERIA DE ARTES DO BANCO CENTRAL - outubro de 2017

Localização

Distância da Rodoviária:  
  • 1,7 km - confira no mapa.

Horário: 
  • De terça a sexta-feira, das 10 às 18 horas
  • No 1º sábado de cada mês, das 14 às 18 horas.
  • Independentemente do dia o acesso só é permitido até 30 minutos antes do horário de fechamento.
  • Telefone (61) 3414-2093.
  • Email: museudevalores@bcb.gov.br

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Entrada para o Museu e Galeria de Artes no subsolo



Entrada para o Museu e Galeria de Artes


Identificação para acesoo ao Museu e Galeria de Artes



Acesso à dirita para o Museu e Galeria de Artes


História:
  • Geral
    • O projeto arquitetônico do Edifício-Sede do Banco Central é de autoria do arquiteto Hélio Ferreira Pinto, que se inspirou no dobrão do Império, de 1725. Ele modificou geometricamente as pontas da haste de Cruz de Cristo gravada na moeda, conferindo-lhe formas mais quadradas.  
    • O edifício foi inaugurado em 1981. Sua arquitetura arrojada utilizou processos revolucionários para a engenharia brasileira da época.
  • Galeria de Arte
    • A Galeria de Arte foi inaugurada em Brasília, em 1989, com o objetivo de divulgar o acervo do Banco Central. Em 1997, a Galeria foi desativada em razão de reestruturações internas e reaberta para visitação pública em 21 de dezembro de 2006, após reformulação do espaço.
    • Grande parte do acervo do Banco Central é constituído por obras recebidas como pagamento de dívidas de instituições financeiras em liquidação durante os anos 70.
    • A maior parte do acervo de artes do Banco Central é de obras nacionais dos anos 1920 e 1970. Parte dele está em exposição na Galeria de Arte, algumas obras estão cedidas, temporariamente, ao Palácio da Alvorada; as demais estão em reserva técnica para guarda, manutenção e futuras exposições.
  • Museu de Valores
    • Foi inaugurado no Rio de Janeiro em 1972 e transferido para Brasília e inaugurado em 8 de setembro de 1981 pelo Presidente da Republica João Batista de Oliveira Figueiredo.
    • Uma das funções de um Banco Central é a de colocar dinheiro em circulação. Antes da existência do Banco Central, o Banco do Brasil, o Tesouro Nacional e outros bancos tiveram esta atribuição.
    • O Banco Central foi criado em 31 de dezembro de 1964 e passou a ser o único órgão com competência de emitir cédulas e moedas, porém, quem fabrica é a Casa da Moeda do Brasil.
    • Durante o Império e grande parte da República o papel-moeda brasileiro foi fabricado no exterior. A partir de 1965 as cédulas e moedas passaram a ser fabricadas no Brasil.
    • Moedas Fabricadas no Brasil:
      • Cruzeiro (Cr$): 1942 - 1967  (parte da fabricação do Cruzeiro, antes de 65, foi fabricada no exterior);
      • Cruzeiro Novo (NCr$): 1967 - 1970;
      • Cruzeiro (Cr$): 1970 - 1986;
      • Cruzado (Cr$): 1986 - 1989;
      • Cruzado Novo (NCr$): 1989 - 1990;
      • Cruzeiro (Cr$): 1990 - 1993;
      • Cruzeiro Real (CR$): agosto de 1993 - julho de 1994;
      • Real (R$): 1994
    • Lista de todas as moedas utilizadas no Brasil.
    • O Banco Central é o órgão responsável pelas reservas de ouro do Brasil.





 Atrativos:
  • Galeria de Arte
    • As obras expostas são trocadas de tempos em tempos por obras da reserva técnica. Nesta Galeria o visitante poderá conhecer obras de Salvador Dali, Tarsila do Amaral, Di Cavalcanti, Ismael Nery, Cícero Dias, Cândido Portinari, Ivan Freitas, Orlando Teruz, entre outros.








  • Museu de Valores
    • O museu está dividido em salas:
      • Sala Brasil:
        • Contemplando o Brasil Colônia, Reino Unido, Império e República
        • As primeiras moedas fabricadas no Brasil;
        • A moeda mais valiosa da coleção Brasileira;
        • A origem da brincadeira "Cara e Coroa";
        • A moeda cunhada em ouro mais pesada do Brasil;
        • As Patacas - moedas que circularam por 139 anos;
        • A fabricação do dinheiro no Brasil.




      • Sala Emissões do Banco Central 
        • Nesta sala tem a história do que o BC emitiu desde de 1965.
      • Sala Mundo
        • Nesta sala tem exemplares do papel-moeda de vários países do mundo.
      • Sala Ouro
        • São oito vitrines exibindo as diversas formas do ouro e, entre várias barras e pepitas, está a pepita Canaã, a maior em exposição do mundo. Essa pepita pesa cerca de 60 kg e foi encontrada em Serra Pelada (PA), em 1983;
        • A história da garimpagem do ouro no Brasil;
        • Equipamentos utilizados na extração do ouro e no refino;
        • Os principais países produtores de ouro.
        • Muito interessante a cúpula de concreto que abriga a Sala Ouro.

Cúpula de concreto


Entrada da Sala Ouro

 
Maior pepita de ouro exposta no mundo

Barras de Ouro

      • Máquina de cunhar moedas:
        • Doada pela Casa da Moeda do Brasil ao Museu de Valores;
        • Fabricada em 1937;
        • Cunhava 110 moedas por minuto;
        • Foi utilizada pela Casa da Moeda até 1973;
        • É utilizada atualmente para cunhar medalhas que são distribuídas aos visitantes na entrada do Museu.
      • As moedas comemorativas dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos Rio 2016. 
      • Exposição "Você parou para pensar?"
        • Nesta exposição você vai descobrir como tomamos as nossas decisões na hora de fazer uma compra.




      • Exposição "Ruptura e Tradição" - Aloísio Magalhães e o Banco Central.
      • Lojinha com alguns souvenires.


Comentários: 
  • Geral
    • Informações úteis sobre o funcionamento do Museu de Valores e da  Galeria de Artes do Banco Central.
    • É indispensável a apresentação de documento de identidade oficial com foto para acesso ao Museu, exceto menores acompanhados pelos responsáveis.
    • A visitação não é guiada.
    • Estacionamento durante a semana é um problema. É necessário paciência para encontrar uma vaga - nem sempre próxima. Uma pena que a visitação ocorra em apenas um sábado por mês, pois nos finais de semana seria bem mais fácil encontrar uma vaga, além de atrair um maior número de turistas.
    • Tem local para tomar água e tem banheiros.
    • No site do Museu de Valores e Galeria de Artes tem roteiro em PDF do que você verá na visitação. Vale a pena olhar antes da visita.
    • Visitas podem ser agendadas com antecedência, porém, apenas para pessoa jurídica, com grupo maior que 10 pessoas. Estas visitas ao Museu de Valores são monitoradas, na Galeria de Artes não.
  • Galeria de Arte
    • A Galeria é bonita, bem estruturada e bem pequena - pode ser visitada em pouco tempo.
    • Logo na saída do Museu de Valores tem uma marcação no chão, indicando o caminho a ser seguido até chegar na Galeria de Artes, no 8º andar.
  • Museu de Valores
    • Reserve no mínimo 1 hora para a visita.

Ingressos:
  • A entrada é gratuita, tanto no Museu de Valores quanto na Galeria de Artes. 



SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL - STF- outubro de 2017

Localização: Praça dos Três Poderes -  mapa

Distância: 3,2 km - da Rodoviária

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Horário
  • As visitas são guiadas e oferecidas de segunda a sexta, às 10 e 11 horas; e segundas, terças e sextas, às 14, 15, 16 e 17 horas - apenas em dias úteis.
  • As reservas são feitas por mensagem enviada ao endereço de e-mail:  visitacao@stf.jus.br. Caso apareça sem ter reservado, correrá o risco de não poder fazer a visita por não ter mais vaga - cada grupo pode ter no máximo 30 pessoas.
  • A visitação leva aproximadamente 1 hora.
  • O telefone do Núcleo de Visitação Pública é (61) 3217-4066.
  • A visitação é gratuita.
  • Não é admitida a entrada em trajes esportivos, shorts, bermudas, regatas ou chinelos.
  • Os visitantes devem dirigir-se à portaria do Anexo I, de lá o grupo se dirige para o Palácio do STF, chamado também de Edifício Sede.
  • Caso haja alterações no agendamento, o visitante será comunicado pelo mesmo e-mail usado para fazer o agendamento da visita.
  • Maiores informações no site do STF.

 
Acesso ao Anexo I para visitação

Rua entre o Anexo I e o Palácio


Vista do Palácio em frente ao Anexo I


Vista do Anexo I na parte de trás do Palácio


História

  • O Supremo Tribunal Federal é o órgão de Cúpula do Poder Judiciário, competindo-lhe principalmente a guarda da Constituição Federal.
  • Foi projetado por Oscar Niemeyer que adotou colunas parecidas com outro projeto de sua autoria, o Palácio do Planalto.
  • Foi inaugurado na fundação da cidade, em 21 de abril de 1960, quando ocorreu a primeira sessão.
  • O STF tem 11 Ministros, incluindo o presidente. Os julgamentos no Plenário do Palácio ocorrem às quartas e quintas-feiras a partir das 13 horas.
  • No Anexo II B do STF são realizadas todas as terças-feiras, às 13 horas, os julgamentos pelas duas turmas de Ministros. Cada turma é composta por 5 ministros, incluindo o presidente de cada uma das turmas.
  • O Presidente do STF também é Presidente do Conselho Nacional de Justiça - CNJ, que se reúne no mesmo dia dos julgamentos das duas turmas, terça-feira. Ele não compõe nenhuma das duas turmas.
  • Os julgamentos podem ser assistidos por qualquer pessoa que esteja portando documento, esteja vestido com traje formal e respeitando a ordem de chegada até a lotação dos plenários.
  • Os Ministros são indicados pelo Presidente da República e sabatinados no Senado Federal, que pode vetar a indicação. A cada dois anos elegem o seu Presidente, por ordem de antiguidade na Casa. Eles se aposentam aos 75 anos de idade, obrigatoriamente.
  • No Anexo I está localizado o gabinete do Presidente do STF e, no Palácio, os gabinetes dos outros 10 Ministros.
  • Está localizado ali também o estúdio da TV Justiça, criada em 2002, responsável pela transmissão ao vivo de todas as sessões plenárias.

Atrativo

Os visitantes se identificam na portaria do Anexo I (obrigatória a apresentação de documento de identificação), passam por um detetor de metais e, pontualmente, no horário agendado, iniciam a visita.
  • A visita começa pelo túnel que liga o Anexo I ao Palácio. Neste túnel constam fotos com as composições do STF desde sua instalação em Brasília, fotos históricas e outros itens, destacando-se um dos 5 exemplares originais da Constituição de 1988.
 
Túnel com quadros das composições do STF
 
Composição atual (2017)
 
Exemplar original da Constituição de 1988
 
Fotos das Sedes do STF
  • Após o túnel tem um pequeno hall com mais fotos, pinturas - uma delas de Waldomiro de Deus, esculturas construídas com etiquetas de identificação dos visitantes de Joaneison Moreira, "O Artista do Supremo", funcionário terceirizado do STF que retrata em seu trabalho os monumentos de Brasília. Em seguida, um grande painel de 20 m², de Luiz Costa, pintado em 2001 com a técnica óleo sobre tela, intitulado "Alegria de Pintar".
 
Quadro de Waldomiro de Deus
 
Painel "Alegria de Pintar" de Luiz Costa
  • Antes de subir para o 2º andar, passamos por uma exposição de móveis doados pela família do Jurista Francisco Cavalcanti Pontes de Miranda. A curiosidade é que Pontes de Miranda, além de ter sido professor, filósofo, matemático, poeta e diplomata era também o marceneiro que construiu os móveis  expostos. 
  • Estão na biblioteca do STF 20 mil dos seus mais de 90 mil livros. Publicou mais de 300 obras em vários idiomas. 
  • É destaque também neste espaço os quadros com composições plenárias do STF da época em que funcionava no Rio de Janeiro, antes de 1960.




  • Subimos então para o 2º andar (2 lances de escada - tem elevador para quem precisar) e conhecemos o Salão Nobre - utilizado para recepção de autoridades como presidentes de países. Além do belo salão, a vista para a Praça dos Três Poderes é muito bonita.
 
Salão Nobre
 
Vista da Praça através do Salão Nobre
  • Próximo ao Salão Nobre temos um pequeno museu com móveis da época do Império, usados nos gabinetes dos Ministros do STF no Rio de Janeiro. Uma grande parte dos móveis desta época se encontra no Centro Cultural da Justiça Federal - antiga sede do Tribunal na Av. Rio Branco, no Rio de Janeiro. Destaque para o painel com as fotos do Plenário do STF no Rio e em Brasília e uma cabine telefônica com o primeiro telefone utilizado no STF.
 
Pequeno Museu do STF
 
Foto do Plenário do STF no Rio e em Brasília


 
Cabine telefônica
  • No hall, entre o Salão Nobre e o Pequeno Museu, estão expostos alguns presentes dados pelas autoridades que visitaram o Tribunal e os bustos em mármore de Epitácio Pessoa (foi Ministro do STF, além de Presidente da República, Deputado, Senador e Ministro da Justiça, entre outras funções) e a Figura da República.
 
Vitrine com presentes recebidos de autoridades que visitaram o STF
 
Vitrine com presentes recebidos de autoridades que visitaram o STF
 
Busto da Figura da República em mármore
 
Busto em mármore de Epitácio Pessoa
  • Descemos um lance de escada e chegamos ao hall principal do STF. De um lado, destaca-se a rampa de entrada a partir da Praça dos Três Poderes e, do outro, a porta principal do Plenário, uma grande porta branca com duas folhas e uma escultura da Justiça em ouro, de Alfredo Ceschiatti. Esta entrada do Plenário é simbólica, pois não é utilizada desde 1970 por motivos de segurança. No hall encontram-se também diversos bustos de personalidades ilustres como Rui Barbosa e Dom Pedro I, entre outros.
 
Rampa de acesso da entrada principal do STF
 
Porta simbólica da entrada do Plenário do STF
 
Bustos no hall de entrada do Plenário do STF
 
Bustos no hall de entrada do Plenário do STF
  • Os visitantes que entram no STF para assistir as sessões entram pelo hall principal e acessam o plenário por uma entrada à esquerda, onde ainda se encontram cadeiras e longarina em Estilo Neomanuelino oriundos do STF no Rio de Janeiro; espelho de cristal  Estilo Luís XIV, com data estimada de 1890 - conhecido como o "espelho da verdade", pois não distorce a imagem refletida; e a pintura "Os Bandeirantes de Ontem e de Hoje" de  Masanori Uragami,

  • O ponto alto da visitação, sem dúvida, é o Plenário, não apenas pela arquitetura, mas pelo que representa para o nosso País. Lá, todos os visitantes se sentam, ouvem explicações e têm a oportunidade de fazer perguntas ao guia. 
    • O Plenário é composto por uma mesa em forma de U com cinco poltronas de cada um dos dois lados, para os 10 ministros, e outras três poltronas ao centro: a do meio é destinada ao Presidente do STF, ladeada pelas poltronas do Procurador da República (à esquerda) e do Secretário do Plenário (à direita). No meio da sala há outras duas cadeiras destinadas aos taquígrafos e, à sua frente, oposta à poltrona do Presidente, o púlpito utilizado pelos advogados de defesa.
 
13 poltronas principais - duas dos taquígrafos - púlpito dos advogados.
 
Poltronas de Ministros
 
Poltrona central: Presidente do STF - à esquerda: Procurador Geral da República e à direita: Secretário do Plenário
 
As duas poltronas centrais dos taquígrafos
    • O Plenário tem 243 lugares para o público assistir aos julgamentos.





Painel de mármore de Athos Bulcão


Brasão da República


Crucifixo de Alfredo Ceschiatti

  • O último local da visitação é o Salão Branco, local onde os Ministros se encontraram antes ou depois dos julgamentos e por onde acessam o corredor que leva ao Plenário. 
  • Além de jogos de estofados, os destaques deste Salão são as fotos dos ex-Presidentes do STF, móveis antigos e uma cópia da Constituição de 1988.
 
Salão Branco
 
Galeria de retratos dos ex-Presidentes do STF
 
Móveis antigos que expõe uma cópia da Constituição de 1988
 
Corredor por onde os Ministros acessam o Plenário
  • Depois de visitar o Palácio por dentro, aproveite para conhecê-lo por fora e apreciar todos os atrativos da Praça dos Três Poderes, vistos do Palácio. Na frente do Palácio do STF tem uma estátua de 3 metros de altura esculpida em 1961 em um único bloco de granito de Petrópolis por Alfredo Ceschiatti, intitulada "A Justiça" que faz alusão a justiça - uma das quatro virtudes cardinais na mitologia Romana (Justiça, Prudência, Temperança e Fortaleza).
 
Congresso Nacional à esquerda e Palácio do Planalto à frente - vistos da lateral do Palácio do STF
 
Mastro da Bandeira Nacional, Panteão da Pátria e Pombal - vistos da frente do Palácio do STF
 
Estátua "A Justiça"
 
Palácio do STF - vista lateral e frontal

Comentário

  • Imperdível - uma pena que a visita aconteça apenas nos dias de semana - no passado já ocorreu nos finais de semana, portanto consulte o site do STF para conferir, pois pode mudar.
  • A visita é gratuita.
  • É permitido fotografar.
  • Estacionamento durante a semana, quando ocorrem as visitas, é um problema. Tenha paciência, logo encontrará uma vaga, nem sempre próxima. Ou utilize ônibus, táxi ou Uber (ou outro meio alternativo).
  • Há banheiros masculino e feminino e local para beber água.
  • Caso queira o visitante poderá utilizar o restaurante e a lanchonete do SENAC que está localizada no Anexo I - 1º subsolo. 
  • Gostaria de deixar registrada a atenção do Cerimonial do STF, principalmente do nosso guia William.