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ITÁLIA

Desta vez Brasília na Trilha alçou vôos para o Velho Continente. Fomos para Portugal (Lisboa, Sintra, Queluz, Óbidos, Alcobaça, Nazaré e Cascais) e Itália (Roma, Florença, Pisa, Lucca e Siena).

Vou descrever o roteiro que fizemos por dia, separando, no menu, Portugal e Itália - no sétimo dia da viagem fomos de Lisboa para Roma. 

No nosso roteiro fizemos uma descrição de cada local que iríamos visitar e antes de entrarmos nas atrações, fazíamos uma leitura das informações, (obtidas de amigos, de várias fontes da web, de revistas de viagem, de guias e de outras experiências nossas). Ele foi construído muito lentamente ao longo do ano de 2014.

Não nos responsabilizamos por qualquer informação postada eventualmente errada ou desatualizada, pois, como disse, este é apenas um diário da nossa viagem.

Dicas que foram úteis para nossa família:
  1. Ter um bom seguro viagem.
  2. Planejar com detalhes o roteiro e não deixar de colocar roteiros extras, para o caso de sobrar algum tempo.
  3. Levar seu próprio GPS com todos os pontos que você quer visitar salvos. A primeira conexão com o satélite, no aeroporto de Portugal, foi extremamente demorada.  Levamos um mapa que foi útil até o GPS responder.
  4. Anexar muitos mapas do Google Maps da região que irá visitar no seu planejamento de viagem. Estes mapas ajudaram muito. Levamos um Ipad com o planejamento.
  5. Avaliar bem o clima dos lugares que vai visitar, pois sentir frio ou calor em excesso é desagradável. Pegamos temperaturas entre 6° e 13° em Portugal (em alguns dias parecia mais frio devido ao vento forte) e na Itália de -2° até 9°. O clima não foi problema, estávamos preparados.
  6. No inverno os museus e monumentos fecham um pouco mais cedo que no verão, já que o dia escurece em torno de 17h em Portugal e de 16h30 na Itália.
  7. Ao visitar museus e palácios, observar as modalidades de compra de ingressos. Salvo exceções, os sites e os blogs não sugerem a melhor modalidade e nem sempre mostram todas as opções. Há, por exemplo, opções de compra para família (2 adultos e dois jovens), combos para vários locais, estudantes e idosos, além dos passes que combinam atrações e meios de transporte públicos. Economizamos um bom dinheiro explorando estas opções. Em Roma você tem o Roma Pass, em Florença o OPA PASS e em Siena também tem um pacote destes.
  8. Comprar um chip da operadora local, para usar principalmente a Internet (usando o Google Maps você obtém relação de transporte para os locais escolhidos e rotas). Nós não compramos, pois nossa viagem foi bem planejada e usamos Wi-Fi nos hotéis e restaurantes, quando necessário.
  9. Quando chegar muito cedo a um hotel verificar se há possibilidade de fazer check in antecipado. No Ibis de Lisboa foi possível pagar meia diária de um dos quartos que já estava disponível. Lá deixamos as malas e fomos comprar água, frutas, barrinhas de cereal. Mas o ideal mesmo é descansar um pouco e deixar para iniciar seu roteiro no período da tarde.
  10. Fazer a reserva do aluguel de carro com antecedência, pela internet, é bem mais barato. Refletir bem a sua opção de seguro e tipo de carro. Evitar mudar suas opções no balcão.
  11. Reservar o hotel também pela Web no próprio site do hotel ou no Decolar.com ou no Booking.com, dentre outros sítios especializados. Costuma ser mais barato e nunca tivemos problema.
  12. Procurar um supermercado para comprar coisas básicas (água, fruta e barrinha de cereais, biscoito e outros) logo que chegar à nova cidade. No final da viagem você vai perceber que faz diferença no bolso.
  13. Os estacionamentos em Portugal são pagos (em torno de 1 € a hora, com período máximo de permanência de 2 horas em alguns casos).  Existem vários estacionamentos subterrâneos, um pouco mais caros, mas sem limite de tempo. A partir das 19 horas, em alguns lugares, o estacionamento na rua era gratuito.
  14. Em Lisboa você anda muito a pé, reflita bem a necessidade do carro. Talvez seja interessante alugar para o primeiro dia (e já sair do aeroporto motorizado) e na sequência fazer as viagens nas proximidades de Lisboa. Depois, devolver o carro e comprar um cartão de transporte público que dá direito ao metrô, ônibus, elétrico e elevador Santa Justa. Acho interessante reservar um ou dois dias para utilizar os meios de transporte da localidade. Esta é mais uma forma de viver a cidade.
  15. Escolhemos Lisboa e Roma como base e viajamos nas proximidades, tipo bate e volta (de carro em Portugal e de trem e ônibus na Itália). É melhor não ter que ficar arrumando malas e trocando de hotel.
  16. Atenção aos pedágios nas estradas em Portugal. Normalmente não tem ninguém recebendo, eles são automatizados. Em alguns casos, você passa em um primeiro pedágio e pega apenas um ticket na máquina e não paga nada e, no segundo, você insere este ticket e efetua o pagamento. Se não pegar o ticket no primeiro pedágio, vai pagar uma bela multa no segundo.
  17. Como viajamos no inverno, a pele fica muito ressecada, use e abuse dos cremes hidratantes, pois a coceira na pele é certa, devido ao ressecamento. As mulheres já fazem isto naturalmente e não têm problemas, nós homens quando acordamos já é um pouco tarde.
  18. Na Itália não se esqueça de autenticar os bilhetes de trem e ônibus antes de entrar em cada um dos transportes. Ou haverá uma máquina na estação ou plataforma, ou dentro do próprio transporte, como nos ônibus, por exemplo. No nosso entendimento a coisa funciona assim: se você compra um bilhete de trem pela internet, por exemplo, de Roma para Florença, com horário e assento marcados, não há necessidade de validar o bilhete (que estará em papel ou no celular). Se você compra no balcão ou nas máquinas na própria estação para um determinado dia, mas que possa ser utilizado em qualquer horário e, assim, sem poltrona marcada, você deve validar o bilhete antes de embarcar.

7º dia:
Chegamos a Roma de tarde e um amigo estava esperando no aeroporto. O carro dele era grande, mas mesmo assim foi um sufoco colocar a bagagem e todos dentro do carro. Ficamos hospedados no apartamento de uma amiga localizado próximo à Praça Campo de Fiori, ótima localização. Seguindo as dicas, fomos ao supermercado, ao lado do apartamento e nos organizamos para iniciar o nosso tour no dia seguinte.

* É impossível registrar o nome de todas as igrejas que entramos, mas uma coisa é certa, é difícil decidir qual é mais bonita. Não deixe de entrar em nenhuma. Muitas não têm a fachada atrativa, mas o interior é surpreendente.


** Uma característica interessante de Roma é que você, sem querer, acaba passando em muitos pontos de interesse mais de uma vez.



*** Clique nos dias para visualizar o roteiro e as fotos


8º dia - Vaticano e Roma

9º dia - Roma
10º dia - Roma
11º dia - Florença
12º dia - Pisa e Lucca
13º dia - Florença
14º dia - Siena e Florença
15º dia - Vaticano e Roma
16º dia - Roma
17º dia - Roma


Conclusão:
Passamos 16 dias viajando e aproveitando com muita intensidade Portugal e Itália.
Nossos objetivos foram atingidos: conhecemos tudo o que programamos e até um pouco mais, nos divertimos muito, cansamos muito os pés, ficamos dentro do orçamento previsto para viagem, mantivemos a família unida, aprendemos muita história e revimos amigos.
Apesar de Portugal e Itália terem muitos roteiros gastronômicos este não foi o nosso principal objetivo, isso não quer dizer que não aproveitamos alguns bons restaurantes e boa comida todos os dias.
Visitamos muitas igrejas, mas acredito que independente da religião, as igrejas são realmente belíssimas. São grandes museus, gratuitos, e com muita história.
Não é fácil programar uma viagem dessas, mas com diversas fontes de informação você consegue se programar e desenvolver muitas habilidades, dentre elas a arte de planejar.
Durante a viagem houve, com certeza, alguns atritos entre os membros da família. Cansaço, impaciência, falta de atenção, besteiras que, acredito, fazem parte da convivência íntima e não comprometem o prazer e a alegria de uma viagem familiar.
Depois da viagem são grandes as recordações, principalmente agora que estou registrando os principais momentos.
Até a próxima!



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