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PALÁCIO DA ALVORADA - setembro de 2017

Localização: Península do Palácio da Alvorada -  mapa. Esta Península divide os Lagos Norte e Sul em Brasília.

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Península do Palácio da Alvorada -  foto aérea copiada do site do Palácio da Alvorada

Distância: 7,1 km - da Rodoviária

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Horário

  • As visitas são guiadas e oferecidas apenas às quartas-feiras de 14h30 às 16h50 com saída de 20 em 20 minutos.
  • As reservas são feitas diretamente no site de agendamento de visitas - onde é feito também o agendamento para visitar o Palácio do Planalto.
  • Como a visita ocorre apenas em uma tarde da semana é aconselhável agendar com antecedência. É muito difícil conseguir uma vaga indo direto ao Palácio sem agendar.
  • Em casos excepcionais, os roteiros podem ser alterados e as visitas interrompidas ou suspensas sem aviso prévio, inclusive por motivo de chuva.
História

  • O Palácio da Alvorada foi projetado por Oscar Niemeyer, e sua filha Ana Maria Niemeyer foi responsável pela decoração.
  • Foi inaugurado em 30 de junho de 1958, sendo o primeiro prédio em alvenaria da Capital. Durante dois anos foi utilizado também como local de trabalho do Presidente, pois o Palácio do Planalto foi inaugurado apenas dois anos depois.
  • É a residência oficial do Presidente da República. Antes de sua inauguração, o Presidente morava no Catetinho
  • O nome "Alvorada" é também uma homenagem do Presidente Juscelino Kubitschek ao amigo e Ministro Victor Nunes Leal, nascido no Distrito de Alvorada, em Carangola, Minas Gerais.

Atrativo

A visita guiada ao Palácio passa pelo Hall de Entrada, Capela, Salão de Estado, Biblioteca, Salão Nobre, Sala de Música, Salão de Banquetes e Jardins. O subsolo, onde estão localizados a cozinha, despensa, almoxarifado, salão de jogos, lavanderia, auditório e administração do Palácio, e o primeiro andar, onde estão localizadas 8 suítes, não estão abertos para visitação.


  • Parte da frente do Palácio:
    • Imenso gramado por onde passeiam livremente algumas emas. A ave é encontrada nas áreas de campos abertos e no Cerrado e é considerada a maior e mais veloz ave das Américas. Ela come de tudo, inclusive cobras. Reza a lenda que o Presidente Geisel mandou retirá-las do Palácio por causa de seus cachorros, que eram bicados por elas. Pouco tempo depois, no entanto, apareceu uma cobra dentro do Palácio e o Presidente mandou que voltassem imediatamente com as emas.




 
Gramado frontal e mastros para as bandeiras do Brasil, do Mercosul e da Presidência

Jardim lateral próximo à Capela

    • 3 mastros de bandeira - do Brasil, do Mercosul e a Presidencial (somente é estiada quando o Presidente se encontra no Palácio).
    • Espelho d'água, que reflete a imagem da edificação, complementado com uma escultura em bronze, denominada "As Iaras", obra do artista plástico e escultor brasileiro Alfredo Ceschiatti.

Entrada principal - vista frontal do Palácio


Vista à direita


Vista à esquerda

 
"As Iaras" de Alfredo Ceschiatti
 
Espelho d'água refletindo as colunas

Reflexo das colunas no espelho d'água

  • Capela:
    • Projetada por Oscar Niemeyer com uma arquitetura inspirada na forma de um caracol, permite a entrada da luz do sol pela porta e por uma janela (dispostas em lados opostos). A luz reflete sobre as paredes douradas e ilumina toda a Capela, que não conta com iluminação elétrica. À noite, o local é iluminado apenas por velas.  
    • A decoração de Athos Bulcão com a participação de Portinarique idealizou as paredes em lambris de jacarandá-da-bahia e folheados a ouro.
    • A Capela foi dedicada a Nossa Senhora da Alvorada (Nossa Senhora da Conceição) em cerimônia realizada em 29 de janeiro de 1961.
    • No teto a pintura tem desenhos de peixe e cruz, que simbolizam o cristianismo, e do sol e da lua, que simbolizam a alvorada.
    • A porta é em alumínio anodizado.
 
Vista frontal
 
Vista da lateral esquerda do Palácio
 
Pintura do teto com destaque para o peixe, 
a lua e a cruz
 
Pintura do teto com destaque para o sol

Entrada de luz pela janela 
em posição oposta à porta
 
Porta em alumino anodizado
  •  Térreo:
    • Hall de Entrada: com pé-direito duplo, carpete vermelho e uma parede dourada que expõe o discurso de lançamento da pedra fundamental da nova Capital da República, onde descreve, com exatidão, o espírito que acompanhou os pioneiros construtores das obras liderados por Juscelino Kubitschek: “Deste Planalto Central, desta solidão que em breve se transformará em cérebro das altas decisões nacionais, lanço mais uma vez sobre o amanhã do meu país e antevejo esta alvorada com fé inquebrantável em seu grande destino”.

Hall de entrada com inscrições do discurso de JK ao fundo

    • Salão de Estado - utilizado para receber autoridades estrangeiras e para vídeo conferência. Destaque para: 
      • Parede de lambri em jacarandá-bahia; 
      • Quadro de Alfredo Volpi"Fachada Oval";
      • Tapeçaria de Kennedy Bahia: "Flora e Fauna da Bahia"; 
      • Vasos de Murano de Poços de Caldas; 
      • 2 imagens barrocas sacras: Santa Maria Madalena e Santa Tereza D'ávila; 
      • Mobiliários antigos e modernos; e 
      • Luminária de Ana Maria Niemeyer.
 
Salão de Estado
 
Tapeçaria de Kennedy Bahia
 
Pintura de Volpi
 
Imagens barrocas - sacras



4 mil exemplares de livros
 
Livro de assinaturas e mapas antigos
 
Cadeiras Barcelona à direita
s
Tapeçaria de Di Cavalcanti

    • Mezanino: área de circulação que interliga a Biblioteca, o Salão Nobre e o Hall de Entrada. Destaques:
 
Mezanino
 
Urnas Marajoaras ao fundo (à esquerda)
 
Marquesa - de Oscar e Ana Maria Niemeyer
 
Tapeçaria de Di Cavalcanti
 
Salão Nobre - Quadros de Portinari à esquerda
 
Esculturas de Alfredo Ceschiatti
 
Escultura de Victor Brecheret - 'Morena" e ao pé da escada (atrás da coluna)  "Vaqueiro" de Aldemir Martins
 
Escultura "Saindo do Banho" de Victor Brecheret
    • Sala de Música: destaques:
      • Piano alemão de meia cauda, que já foi tocado por Vinícius de Moraes e Tom Jobim; 
      • Imagens sacras de São Joaquim e São João Evangelista; 
      • Tapetes persas, vasos e bonito mobiliário completam a sala.





    • Salão de Banquetes: tem capacidade para receber até 50 convidados (a mesa pode ser expandida de acordo com o o número de convidados). Destaques:
      • A mesa e a prataria são do antigo Palácio do Catete no Rio de Janeiro. 
      • Na parte de trás da sala há uma cômoda de cedro do século XIX;
      • Ao lado duas arcas do início do século XX; 
      • Duas tapeçarias intituladas "Saudades do Meu Jardim I e II", de Concessa Colaço; 
      • Escultura "Edificação", de André Bloc; e 
      • Luminária e cadeiras, projetos de Ana Maria Niemeyer.
 
Salão de Banquetes
 
"Edificação" de André Bloc
  • Jardins
    • Os jardins são maravilhosos! É uma pena ser tão rápida a passagem por eles, além do visitante não andar por todo o espaço. Seria muito bom se pudesse ir até as margens do lago interno e também do Lago Paranoá.
    • O projeto de paisagismo foi de Yoichi Aikawa - o mesmo paisagista do Palácio Imperial do Japão.
    • Piscina medindo 50 x 18 metros e profundidade variando de 0,70 até 2,10 metros e com azulejos azuis "Brenand".
    • Escultura em bronze de Maria Martins - "Rito dos Ritmos", que, segundo a autora, são braços e pernas entrelaçados e coroados por uma estrela.
    • Pérgula com bar e churrasqueira.

Jardins

Piscina e pérgula com bar e churrasqueira






Escultura de bronze de Maria Martins


Palácio visto por trás

    Comentário

    • Imperdível - uma pena que a visita dure apenas 30 minutos e aconteça apenas em uma tarde por semana (quarta-feira).
    • A visita é gratuita.
    • É permitido fotografar.
    • Tem amplo estacionamento e uma pequena tenda onde se confirma a reserva. Mais à frente, um local de espera onde há banheiros masculino e feminino, água, armário com chave para guardar seus pertences (não é permitido entrar com bolsas e mochilas), e com bancos, onde o visitante pode aguardar seu horário confortavelmente, até ser conduzido de ônibus, que o levará até o hall de entrada do Palácio. 
     
    Estacionamento e tenda ao fundo para confirmação de reserva
     
    Local para aguardar o  ônibus
     
    Local para aguardar o  ônibus; mesa para escrever postais e armário, ao fundo
     
    Turistas se dirigindo ao ônibus
    • Se quiser, o visitante pode escolher alguns postais do Palácio, escrever sua mensagem e colocá-lo em uma urna para ser enviado gratuitamente ao seu destino.
    • Testamos também a acessibilidade que é nota 10. Há um carro preparado para cadeirante e em todos os locais há rampas de acesso. Os servidores são muito gentis e atenciosos.
     



    • Não há lanchonete no Palácio e nem nas imediações.
    • No passado a visita era realizada também no Palácio do Jaburu (residência do Vice-Presidente), mas agora não é mais possível, pois ele está sendo ocupado pelo então Presidente da República, que preferiu permanecer ali com sua família.

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